quinta-feira, 13 de março de 2008

St. Patrick´s Day - John Mayer (*especial*)

Here, comes the cold.
Break out the winter clothes
And find a love to call your own.

You...enter you.
Your cheeks a shade of pink
And the rest of you in powder blue.

Who knows, what will be?
But I'll make you this guarantee...

No way November will see our goodbyes
When it comes to December it's obvious why
No one wants to be alone at Christmas time

In the dark, on the phone,
You tell me the names of your brothers
And your favorite colors...I'm learning you.

And when, it snows again
We'll take a walk outside
And search the sky, like children do (I'll say
to you..)

No way November will see our goodbyes
When it comes to December it's obvious why.
No one wants to be alone at Chrismas time.
Come January, we're frozen inside.
Making new resolutions a hundred times
February won't you be my valentine?
And we'll both be safe till St. Patrick's day.

We should take a ride tonight around the town
And look around at all the beautiful houses.
Something in the way the blue light's on the black
night
Can make you feel more

Everybody it seems to me,
Just wants to be, just like you and me

No one wants to be alone at Christmas time
Come January we're frozen inside
Making new resolutions a hundred times.
February won't you be my valentine?

And if our always is all that we gave
And we someday, take that away
I'll be alright...if it was just till St. Patrick's
Day.


aqui, vem o frio
tirando as roupas de inverno
e encontrar um amor pra chamar de seu

você... entrar você
suas bochechas um tom de rosa
e o resto de você um vigor azul

quem sabe o que será?
mas eu vou te garantir

de nenhum jeito novembro verá nossos adeus
quando chegar dezembro é óbvio o porque
ninguém quer ficar sozinho na época de natal

no escuro, no telefone,
você me diz os nomes de seus irmãos
e suas cores favoritas.. estou aprendendo você

e quando nevar de novo
nós vamos dar um passeio lá fora
e procurar o céu como uma criança faz (vou dizer a você..)

de nenhum jeito novembro verá nossos adeus
quando chegar dezembro é óbvio o porque
ninguém quer ficar sozinho na época de natal
vem janeiro, nós estamos congelados por dentro
fazendo novas resoluções 1000 vezes
fevereiro você não vai ser minha namorada?
e nós ficaremos a salvos até St. Patrick´s Day

nós devemos dar uma volta hoje a noite pela cidade
e olhar em volta por todas as casas bonitas
alguma coisa no caminho a luz azul na noite escura
pode fazer você sentir mais

todo mundo parece para mim
apenas quer ser como eu e você

ninguém quer ficar sozinho na época de natal
vem janeiro, nós estamos congelados por dentro
fazendo novas resoluções 1000 vezes
fevereiro você não vai ser minha namorada?
e nós ficaremos a salvos até St. Patrick´s Day

e se nosso pra sempre é tudo que nós temos
e nós algum dia, levarmos isso embora
eu estarei bem... se isto for apenas até St. Patrick´s Day.

terça-feira, 11 de março de 2008

Música: Boa Noite - Djavan

Meu ar dominador dizia que eu ia ser seu dono
E nessa eu dancei!
Hoje no universo nada que brilha cega mais que seu nome
Fiquei mudo ao lhe conhecer
O que vi foi demais, vazou
Por toda selva do meu ser,
Nada ficou intacto
Na fronteira de um oásis,
Meu coração em paz se abalou
É surpresa demais que trazes,
'inda bem que sou flamengo
Mesmo quando ele não vai bem
Algo me diz em rubro-negro
Que sofrimento leva além,
Não existe amor sem medo
Boa noite!

Quem não tem pra quem se dar
O dia é igual à noite
Tempo parado no ar
Há dias, calor, insônia, oh noite
Quem ama vive a sonhar de dia, voar é do homem
Vida foi feita pra estar em dia,
Com a fome, com a fome, com a fome
Se vens lá das agruras ou paz
Oh, meu bem
Serei seu guia na terra
Na guerra ou no sossego, sua beleza é o cais
E eu sou o homem
Que pode lhe dar fidelidade

Minha vida por inteiro eu lhe dou...

sábado, 8 de março de 2008

Música: Suburban Days - Hard-Fi



Suburban days, they last so long,
In shop and office,
We sing our song we all sing
We ain't got nothing,

Nothing to do, a big fat nothing,
Nothing for me, Nothing for you

Suburban dreams, Just out of reach,
Work til you die, that's what they teach you at school,
With that in mind, what's there to lose?
My friends and I, doped up on tv fags and booze.

Hear them all singing

We're the ones you've forgotten,
But we will not be denied,
Coming out of the shadows,
We rock the satellites!

Suburban Nights, They get so hot,
People get angry, We sing our song we all sing

A Global terror they say, We are at war,
But I ain't got time for that cos,
These bills keep dropping through my door

All these people who, criticise us,
We're only saying what we're seeing with our own eyes

This one way system, Ain't paradise,
Not everybody, Wants to race, wants to fight

We're the ones you've forgotten,
But we will not be denied,
Coming out of the shadows,
We rock the satellites!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Música: Bom Dia, Anjo (Jair Oliveira)

Em lençóis brancos você dorme
E eu em meu canto te admiro
Em teu descanso você brilha
Em teus encantos, meus suspiros
Não acorde ainda, seja meu anjo
Guarde minha vida
Em teus lençóis brancos
Sonhe melodias e acorde cantando
Deixe que o dia siga teus planos
Quando acordar, bom dia
A madrugada vem te olhar tranqüila
E vai avisar o dia
Que pode te acordar
Bom dia, anjo

Poesia: Completa (Yvone Delpoio)

Meu coração está cheio de amor
Eu divido meu coração na metade
Com a metade do coração do meu amor
Que também tem metade do meu coração
Mas todo o meu amor

Na complexidade deste amor
E do mundo sem amor
Dividamos nosso amor com o mundo,
Cheios de esperança
Nós vencemos as pequenas quebras
Do encaixe dos nossos corações
Que completam um amor harmonioso e eterno
No universo que criamos

E só nós podemos dizer
Onde começa e quando termina
Só nós sabemos os sinais
De alegria ou até mesmo tristeza
Porque não há felicidade a todo minuto
Mas em um minuto
Podemos trazer felicidade a quem chora
Ao sorrir em meio à tristeza

Ao termos nossos corações ligados
Podemos sentir tão forte os batimentos
Sensíveis aos sentimentos do outro
Tudo se confunde, se entrelaça, se mistura
E se não houvesse essa união de corações
Seríamos vazios de alma
Faltaria-nos o essencial para sermos completos

A busca eterna do homem pela felicidade
É de sentir-se completo
Sentimento que temos quando amamos.
Quando digo que meu coração está cheio de amor
Estou dizendo que sinto-me inteiramente completa
Tanto no coração como na alma
E com alma completa
Experimento o universo
Intensamente!


Yvone Delpoio

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Texto: Quase - Sarah Westphal Batista da Silva

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Texto: Saudade - Miguel Falabella*

Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
Do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial; se ela aprendeu a estacionar entre dois carros; se ele continua preferindo Malzebier; se ela continua preferindo suco de melancia; se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados; se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor; se ele continua cantando tão bem; se ela continua detestando o MC Donald's; se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos; não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento; não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos.
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer...
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo
agora depois que acabou de ler.


*Não tenho certeza se da autoria do Miguel Fabella ou não (sabe como é esses textos achados na internet!)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Música: Eu Quero Sempre Mais - Ira! (Edgar Scandura)

A minha vida,
Eu preciso mudar todo dia
Pra escapar
Da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos
Eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois
Não é bem aquela que planejei

Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti

Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim

Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim